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Imperador do Japão visitou Brasil três vezes e tocou com orquestra sinfônica de São Paulo

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RICARDO STUCKERT / PR

Lula e a primeira-dama, Janja, ao lado do Imperador Naruhito e da Imperatriz Masako em Tóquio, no Japão

O imperador Naruhito, entronado no Japão em 2019, esteve no Brasil três vezes, onde visitou várias cidades e se engajou em atividades culturais, numa demonstração da importância do país para a Casa Imperial japonesa.Naruhito recebeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (24/3) no Palácio Imperial em Tóquio, onde ambos se reuniram em um encontro reservado.O presidente brasileiro escolheu a Ásia como destino de sua primeira viagem internacional de longa distância após complicações do acidente doméstico que sofreu em outubro.Lula desembarcou em Tóquio com dois itens principais na pauta de comércio: o pleito de longa data para que o Japão libere a compra de carne bovina e suína do Brasil e o avanço nas discussões de um acordo entre Mercosul e Japão.

O Japão é parceiro de longa data (130 anos) do Brasil. Com a viagem — que também inclui uma parada no Vietnã — o governo brasileiro destaca suas relações que vão além das duas maiores potências — Estados Unidos e China —, em um momento turbulento da política global.

A recepção de Lula em Tóquio é no raro formato de visita de Estado — a última que o Japão havia promovido foi para Donald Trump, em 2019.A visita de Estado ao Japão inclui honrarias que não costumam acontecer em outras visitas, como um banquete de recepção pelo imperador e a imperatriz, e a apresentação da família imperial ao chefe de Estado.Além do encontro com o Imperador Naruhito e a Imperatriz Masako no Palácio Imperial, Lula tem reunião com o primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, no Palácio Akasaka e participação no Fórum Empresarial Brasil-Japão, entre outros compromissos.

Laços com o Brasil

Em seu livro Kizuna (Laços, em português), o advogado e tradutor-intérprete Masato Ninomiya mostra a relação profunda que existe entre a família imperial e o Brasil. Esses laços teriam começado há quase um século, com a doação em dinheiro feita pelo imperador Showa (avô do atual imperador) para a construção do Hospital Santa Cruz, na capital paulista.

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O imperador emérito Akihito abdicou do trono em razão de sua idade e de questões de saúde

A importância do Brasil na agenda da Casa Imperial é visível. As primeiras visitas oficiais ao exterior dos três filhos dos imperadores eméritos Akihito e Michiko foram ao país.Naruhito, por exemplo, esteve três vezes. Em 1982, quando tinha 22 anos, ele passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Paraná, Bahia e Amazonas, e chegou a se apresentar — tocando viola — com a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal na capital paulista, tocando choros de Ernesto Nazaré e Villa-Lobos.O imperador retornou 26 anos depois como príncipe herdeiro, e no ano passado foi novamente para participar do 8º Fórum Mundial da Água. Seu irmão, o príncipe herdeiro Akishino, visitou o Brasil em 1988 e a irmã mais nova, princesa Sayako, em 1995.

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Naruhito tocou violino em 1982 com Orquestra Sinfônica Jovem Muncila

Masato Ninomiya esteve em quase todos esses momentos servindo como intérprete da nobreza. Antes de atender os filhos, ele foi chamado pela Presidência da República para acompanhar a visita do imperador emérito Akihito (na época príncipe herdeiro) ao Brasil em 1978. "Desde então, passei a desfrutar da deferência de Suas Altezas que me convidavam de vez em quando para audiências privadas", afirma. Isso ocorria quando eles queriam tomar conhecimento das novidades que ocorriam no Brasil ou do paradeiro de algum imigrante com quem haviam se encontrado em alguma ocasião.A proximidade com a família imperial levou Ninomiya e sua esposa Sônia Regina a traduzirem poemas do casal, além de algumas das obras escritas pela imperatriz Michiko e por outros membros da família. O livro do imperador Naruhito relatando os dois anos passados como estudante na Inglaterra também ganhou a versão em português, com o título Junto ao Rio Tâmisa.

Nos passos do pai

Naruhito, de 65 anos, tornou-se o 126º imperador do Japão no dia 1º de maio de 2019, inaugurando a nova era Reiwa. Em seu primeiro discurso no trono, ele prometeu ter em mente "o caminho trilhado pelos imperadores do passado" e disse que prosseguirá na defesa do pacifismo.

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Naruhito se tornou imperador em 2019

De acordo com a atual Constituição do Japão em vigor desde 1947, o imperador passou de "divindade viva" a "símbolo do Estado e da unidade do povo", exercendo basicamente funções cerimoniais.Mesmo octogenários e com problemas de saúde, os imperadores eméritos visitaram vários abrigos com vítimas do terremoto e tsunami de 2011, e permaneceram longo tempo ajoelhados para ficar na mesma altura das pessoas com quem conversavam. Essas cenas tornaram o casal mais popular do que já era.No caso da atual imperatriz Masako, 61, a admiração é por seu histórico e suas habilidades, porém ela não ficou imune à pressão dos tradicionalistas que cobravam um filho homem. O casal só tem uma filha, Aiko.Em 2004, Masako foi diagnosticada com exaustão por estresse e continua fazendo tratamento até hoje. A agenda de atividades é administrada por uma equipe médica para não causar fadiga ou estresse. Ela diz estar totalmente focada em servir ao povo. O sinal de que sua saúde está melhorando é a aparição mais frequente em eventos.Fluente em cinco idiomas estrangeiros (inglês, francês, alemão, russo e espanhol) e formada em economia pela Universidade Harvard, a imperatriz Masako teve uma promissora carreira diplomática até aceitar se casar com Naruhito, que a cortejou durante seis anos.

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O Palácio Imperal, em Tóquio, onde ocorre boa parte da agenda de Lula no Japão

Ambos têm muitos pontos em comum, como a paixão por música e gosto por esporte, em especial o tênis. Ela também aprecia o esqui e ele, o montanhismo.O casamento, em 1993, trouxe promessa de renovação na família imperial, com a nova princesa plebeia sendo inclusive comparada à falecida princesa Diana. Mas conforme os anos se passavam, aumentou a pressão para que desse à luz um menino aumentava. Em dezembro de 1999, a imperatriz sofreu um aborto espontâneo, o que fez o imperador Naruhito pedir à imprensa para respeitar a privacidade do casal. Em 2001, nasceu a princesa Aiko.Sem qualquer sinal da chegada de um herdeiro homem, em 2005 um comitê governamental recomendou a mudança na Lei de Sucessão Imperial para garantir a possibilidade de uma mulher assumir o Trono do Crisântemo.O anúncio do nascimento do sobrinho do imperador Naruhito em 2006 foi um alívio e levou à paralisação do debate sobre sucessão feminina. O príncipe Hisahito, de 13 anos, foi o primeiro filho do sexo masculino nascido na família imperial do Japão desde o seu pai, o príncipe herdeiro Akishino, em 1965.O peso do fardo de perpetuar a família imperial japonesa já é sentido pelo pequeno príncipe. Em 2016, ele e sua mãe sofreram um acidente de carro (sem ferimentos) que teve grande repercussão na imprensa, assim como ocorreu em 2019, alguns dias antes da abdicação do imperador emérito Akihito. Um homem teria invadido a escola onde estuda o príncipe Hisahito e deixado duas facas de cozinha na sala de aula.Texto originalmente publicado em outubro de 2019 e republicado em 25/03/2025.

MANGÁ

Junji Ito se destaca mangá inspirado em histórias reais! Tudo se torna ainda mais sinistro!

Embora o mangaká de horror Junji Ito, tenha sido "descoberto" no Ocidente apenas no começo do milênio, com o lançamento do sinistro mangá de HYPERLINK "https://www.nerdmaldito.com/2008/01/uzumaki-espiral-do-terror.html"Uzumaki, o autor não ganhou a popularidade que merecia de primeira. Mas após a era dos memes começar, imagem atrás de imagem com quadros bizarros de suas obras passaram a aparecer e depois disso passou a se destacar sem parar. E com "Contos de Horror da Mimi" não foi diferente, se tornando uma das obras mais vendidas da Amazon Brasil ainda em sua pré-venda!

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Festival de Cultura Coreana em São Paulo terá gastronomia e show de k-pop

Evento acontece nos dias 17 e 18 de agosto no bairro do Bom Retiro

Isabela Gadelhada CNN

16/08/2024

Por g1 Mogi das Cruzes e Suzano

 

 

 

O 17º Festival da Cultura Coreana acontece neste fim de semana, nos dias 17 e 18 de agosto, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Com entrada gratuita, o evento promete uma imersão cultural do país com experiências que incluem shows, gastronomia, literatura, esporte, palestras.

No sábado (17) a programação começa na Praça Coronel Fernando Prestes (conhecida como Praça Tiradentes), das 11h às 20h, com atividades complementares a partir das 14h no espaço Oswald de Andrade. Já no domingo (18) todas as atrações ocorrerão no espaço Oswald de Andrade, com início às 13h30.

Um dos destaques é o show do grupo de k-pop NTX, que será no sábado, às 19h. No domingo, os integrantes farão um Meet & Greet no espaço Oswad de Andrade.

Quanto a gastronomia, entre as opções os visitantes poderão experimentar pratos típicos como kimchi, bulgogi e o hot dog coreano, além de famosos drinques alcoólicos como soju e makgeolli. Serão mais de 30 expositores com opções a preços entre R$10 e R$40.

O festival acontece anualmente desde 2006. Faz parte do calendário oficial de eventos de São Paulo e celebra a herança cultural coreana no bairro do Bom Retiro.

Serviço: 17° Festival da Cultura Coreana
Data: Sábado, 17 de agosto
Horário: 11h às 20h
Local: Praça Cel. Fernando Prestes (Praça Tiradentes), Bom Retiro. Acesso pela estação Tiradentes da linha azul do metrô (apenas no sábado). Atividades complementares no Oswald de Andrade, Rua Três Rios, 363, Bom Retiro (durante todo o final de semana)
Entrada: Gratuita.

Festival de Cultura Coreana movimenta o Bom Retiro em SP

 

Repórter Brasil

No AR em 27/08/2022 - 19:00

Começou, neste sábado, em São Paulo a 15ª edição do Festival de Cultura Coreana, no bairro do Bom Retiro, na região central da capital.

O festival celebra os 59 anos da imigração coreana para o Brasil.

O Festival tem entrada gratuita e traz uma programação cultural com vários shows, cantores e bandas coreanas e brasileiras, além das comidinhas típicas da Coreia.

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Tanabata Matsuri 2024 começa neste sábado em Mogi das Cruzes

Tanabata Matsuri faz parte do folclore japonês e celebra o amor entre duas estrelas, Vega (Orihime) e Altair (Hikoboshi). Evento vai até domingo no Centro Esportivo do Bunkyo com atrações culturais e gastronômicas.

Por g1 Mogi das Cruzes e Suzano

 

 

 

O Tanabata Matsuri é atração em Mogi das Cruzes neste sábado (17) e domingo (18). O evento é organizado pelo Bunkyo de Mogi e acontece no Centro Esportivo da entidade no bairro Porteira Preta.

A expectativa da organização é que 40 mil pessoas passem pelo Tanabata Matsuri 2024. O ingresso custa R$ 20 e meia-entrada é R$ 10.

A celebração japonesa terá diversas atrações como oficinas de artes japonesas, caligrafia japonesa (shodo), calculadora japonesa (soroban), mangá, kirigami e origami, ikebana, dentre outras.

 o palco do evento é reservado para os shows de danças típicas, grupos de taiko (tambores japoneses), bandas e cantores que mostram a cultura de diferentes províncias do Japão. As atrações acontecem durante todo o evento e sem intervalos.

No sábado, o evento proporciona um concurso de cosplay a partir das 13h30, com premiação em dinheiro para os cinco primeiros lugares. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local do evento, em um espaço ao lado do palco, a partir das 10h. O concurso tem 50 vagas que serão preenchidas por ordem de chegada.

Outra atração do festival é a culinária japonesa, que conta com uma praça de alimentação com 30 boxes diferentes, além de food trucks.

 

Tanabata Matsuri

 

O Tanabata Matsuri daz parte do folclore japonês e celebra o amor entre duas estrelas, Vega (Orihime) e Altair (Hikoboshi).

Segundo a lenda oriental, durante o festival, as divindades abençoam os pedidos feitos no tanzaku que são as filipetas de papel penduradas no Tanabata.

O ritual com os tanzaku será feito pelos visitantes durante o horário de funcionamento do evento.

O Tanabata também conta com a tradicional cerimônia do Tooro Nagashi que pela primeira vez, acontece nos dois dias de evento a partir das 17h30, no lago do Bunkyo, após um rito budista para homenagear e agradecer os antepassados.

A participação no Tooro Nagashi é livre e o público pode levar seu próprio tooro que é a lanterna, ou comprar no local por R$ 20.

 

Tanabata Matsuri - Festival das Estrelas

 

 

  • Quando: Sábado (17) e Domingo (18)

  • Horário: Das 10h às 22h no Sábado e das 10h às 21h no domingo

  • Onde: Centro Esportivo do Bunkyo

  • Endereço: Avenida Japão, 5.919, Porteira Preta, Mogi das Cruzes

  • Quanto: R$ 20

  • Ingresso: Clique aqui para comprar

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Quem é Jiro Takahashi, criador das coleções Vaga-Lume e Para Gostar de Ler

Aos 76, editor que idealizou esses dois fenômenos do mercado editorial infantojuvenil brasileiro será tema de livro​​

 

 

 

Laura Mattos

Jornalista e mestre pela USP, é autora de "Herói Mutilado: Roque Santeiro e os Bastidores da Censura à TV na Ditadura"

Editor conta bastidores da Vaga-Lume e Para Gostar de Ler - 10/08/2024 - Ilustríssima - Folha (uol.com.br)

[RESUMO] Um dos principais editores brasileiros, Jiro Takahashi transformou o mercado de livros infantojuvenis no Brasil ao idealizar as coleções Vaga-Lume e Para Gostar de Ler, fenômenos sem paralelo em vendas. Aos 76 anos, ele revisita sua trajetória, tema de um novo livro, defende a integração de obras impressas e plataformas digitais para estimular a leitura e critica tendências revisionistas de censura a livros para crianças e adolescentes.

Milhões de crianças e jovens conectados por horas e horas... em livros.

Fenômeno editorial infantojuvenil sem paralelo no Brasil, a série Vaga-Lume, que lançou best-sellers como "A Ilha Perdida", "O Escaravelho do Diabo" e "O Mistério do Cinco Estrelas", é lembrada com nostalgia pelas gerações de leitores que formou ao longo de cinco décadas. Curiosamente, o idealizador desse sucesso, o editor Jiro Takahashi, não é nostálgico.

Aos 76 anos, hoje consultor de editoras, Takahashi tem dois kindles e um kobo para ler livros digitais e fica imaginando as aventuras da Vaga-Lume no mundo das multiplataformas.

Jiro Takahashi, 76, com o livro "O Escaravelho do Diabo", um dos best-sellers da série infantojuvenil Vaga-Lume, idealizada por ele nos anos 1970 - Karime Xavier/Folhapress

"Joguei games com meus netos para aprender e achei impressionante", conta o editor, que recebeu a reportagem da Folha em seu apartamento no Jardim Paulista, em São Paulo. "São ferramentas que poderiam ser usadas para criar conteúdos multiplataformas de livros para crianças e adolescentes", diz, com brilho nos olhos.

"Cheguei a fazer um projeto assim, de uma brincadeira digital para acompanhar um livro para crianças, mas não foi adiante, não sei se me acham velho para essas coisas", afirma, mais com bom humor do que com traços de ressentimento.

É com essa leveza —cheio de orgulho, mas sem saudosismo— que ele relembra a criação, nos anos 1970, da Vaga-Lume e da coleção Para Gostar de Ler, que lançou na sequência. A série era voltada para o mesmo público e também obteve sucesso estrondoso, com crônicas de autores como Carlos Drummond de Andrade, Rubem Braga e Fernando Sabino.

Detalhes desses projetos e outras passagens da trajetória de Takahashi são narrados por ele no novo livro da coleção Editando o Editor, em preparação pela Com-Arte, da Escola de Comunicações e Artes da USP. A série traz perfis de profissionais que foram referência do mercado editorial brasileiro, como Ênio SilveiraJorge Zahar e Maria Amélia Mello.

No livro, Takahashi conta que a Vaga-Lume surgiu no contexto de uma reforma educacional feita no Brasil em 1971, que ampliou o ensino obrigatório de quatro para oito anos. Além do antigo primário, da 1ª à 4ª série, os brasileiros passaram a ter também de cursar o ginásio, da 5ª à 8ª série.

Os professores não estavam preparados, lembra ele, e os alunos começaram a pedir indicações de leitura. "Eles não se sentiam mais estimulados por livros como 'Iracema' e 'A Moreninha'", afirma o editor, citando os clássicos da literatura brasileira do século 19 escritos, respectivamente, por José de Alencar e Joaquim Manuel de Macedo.

Takahashi também se lembra de uma nova diretriz da educação daquele período, a de que os professores deveriam dar preferência a autores nacionais em suas aulas. Antes disso, conta, eram muito usadas referências estrangeiras, como "Pollyanna" e "Peter Pan".

Era um cenário de oportunidades para a literatura brasileira, que a editora Ática, onde ele trabalhava, soube aproveitar. O editor lembra que um pouco antes, em 1969, o livro "O Gênio do Crime", de João Carlos Marinho, havia sido lançado pela Brasiliense e se tornado uma febre entre adolescentes, com uma história de aventura e mistério em torno da falsificação de figurinhas raras que rendiam prêmios.

"A maioria dos professores não indicava o livro porque não o considerava politicamente correto. E era justamente por isso que a meninada gostava. Isso acendeu uma luz para nós."

A busca por autores e títulos da Vaga-Lume envolvia não só a equipe editorial, mas também contínuos, recepcionistas, divulgadores e vendedores. Todos davam sugestões.

BRASIL UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA

MADONNA VEIO CONFERIR 

 

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5.mai.2024 à 0h42

Durante a performance de "Music" em seu show na praia de Copacabana, neste sábado (4), Madonna exibiu fotos de ícones brasileiros de diferentes áreas. Entre eles, estava Marielle Franco, vereadora carioca assassinada em 2018.

Show da cantora Madonna na praia de Copacabana, Rio de Janeiro - Roberto Dias/Folhapress

O telão atrás das cantoras exibiu ainda fotos de Pelé, Daniela Mercury, Mano Brown, Elza Soares, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Erika Hilton, Marta e Fernanda Montenegro.
Madonna faz homenagem a Renato Russo, Cazuza e mortos pela Aids no Rio
Cantora emendou 'Storm' com 'Live to Tell' durante performance na praia de Copacabana para lembrar famosos e anônimos

4.mai.2024 às 23h38
Leia: Júlio Miyazawa - Madonna veio conferir a revolução.

ENCHENTE NO RIO GRANDE  DO SUL 

PODE PIORAR NOS PRÓXIMOS DIAS

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Lula recebe primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, no Palácio do Planalto

Fumio Kishida e o presidente brasileiro farão reunião fechada, seguida de assinatura de atos e declaração à imprensa. Comércio de carne bovina e cooperação ambiental estarão na pauta.

Por Guilherme MazuiPedro Henrique Gomes, g1 — Brasília

03/05/2024 09h38 

Leia mais em Nikkey em Noticias e Matéria em Resenhas

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BRASIL – UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA INICIA UM NOVO CICLO.

MADONNA VEIO CONFERIR

Por Júlio Miyazawa

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Posso dizer com a certeza que sempre tenho quando estou entusiasmado que de uma certa forma, Madonna veio a este caldeirão democrático que é o Brasil hoje, para, cumprir a mais importante tarefa do seu projeto, a apresentação do show de encerramento de 'The Celebration Tour aqui, no Brasil, na Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace. Madonna veio também inscrever seu compromisso com as transformações sociais que estão ocorrendo no Brasil, uma verdadeira revolução democrática. Para grande parte das pessoas que estiveram envolvidas com a produção do evento-show de Madonna, performance histórica para o mundo, a efervescência cultural existente, pós pandemia e o início de um novo governo, mais firme e solidário, não se podia mais adiar a vinda de Madonna ao Brasil. Madonna também queria estar junto ao povo. Um dos fatores para se definir a realização do evento seria a questão financeira, porém, com resposta positiva: - O governador do Estado do Rio de Janeiro divulgou que o retorno financeiro foi superior ao esperado de R$ 300 milhões. A planilha de custo da produtora apresentou um montante de R$ 59,9 milhões. A Prefeitura e o Governo do Estado entraram cada um com R$ 10 milhões e o principal patrocinador foi o Banco Itaú Unibanco. Outras marcas famosas estiveram presentes, como a Heineken e a Deezer, bancando o necessário. Então, a questão financeira carro chefe do evento, estava garantida. A Rede Globo estava lá, garantindo tudo. Luciano Hulk pelos seus relacionamentos teve participação especial para encorpar e dar o fecho para os finais do evento. Um público de aproximadamente 1,6 milhão de pessoas garantiu o êxito da performance.Enfim, ao denominar este ciclo de transformações por que passa a sociedade brasileira, me vi impelido a chamar de Revolução Democrática a este período que tem consolidado os avanços democráticos nas conquistas do povo e no processo de relações no desenvolvimento da cidadania. Revolução democrática tem sido utilizada pelas pessoas em geral sem análise necessária. Sei que devo me aprofundar no significado histórico do termo e assim que tiver mais conhecimento volto a este espaço em nova matéria, talvez até para me justificar.Mogi das Cruzes, 06052024. Júlio.

Oppenheimer’ finalmente estreia nos cinemas do Japão
Quase 140.000 pessoas morreram em Hiroshima e 74.000 em Nagasaki quando os EUA lançaram bombas atômicas em 1945


POR AFP
29.03.2024 09H10

A estreia de 'Oppenheimer' no Japão, em 29 de março de 20... Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/cultura/oppenheimer-finalmente-estreia-nos-cinemas-do-japao/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

Mas em Hiroshima, a cidade japonesa devastada pela primeira bomba nuclear, o sucesso do filme gera sentimentos contraditórios.

Kyoko Heya, presidente do festival internacional de cinema da cidade, disse à AFP após a cerimônia do Oscar que considerou o filme de Nolan “muito centrado nos Estados Unidos”

“Este é realmente um filme que as pessoas em Hiroshima suportam assistir?”, questionou.

A cidade se recuperou e hoje é uma metrópole vibrante com 1,2 milhão de habitantes, mas as ruínas de um edifício abobadado ainda permanecem como uma lembrança dos horrores do ataque, ao lado de um museu de outros memoriais sombrios.

Depois de muita reflexão, Heya concluiu: “Agora quero que muitas pessoas assistam ao filme”.

“Eu ficaria feliz de ver Hiroshima, Nagasaki e as armas atômicas se tornarem assunto de discussões graças a este filme”, disse.
Na imprensa japonesa, os críticos destacam que o filme não mostra os danos provocados pelas bombas atômicas.
“Poderia ter havido muito mais descrição e representação do horror das armas atômicas”, disse Takashi Hiraoka, 96 anos, sobrevivente da bomba e ex-prefeito de Hiroshima, em uma exibição especial na cidade no início do mês.
Oppenheimer também foi exibido em pré-estreia em Nagasaki, onde o sobrevivente Masao Tomonaga, de 80 anos, se declarou impressionado com o filme.
“Achei que a falta de imagens de sobreviventes da bomba atômica no filme era uma fraqueza”, disse Tomonaga, que tinha dois anos quando a segunda bomba foi lançada e que se dedicou a pesquisar a leucemia provocada pelos ataques atômicos.
“Mas, na verdade, as frases de Oppenheimer em dezenas de cenas mostraram seu choque diante da realidade do bombardeio atômico. Isso foi o suficiente para mim”, concluiu
AFP
Agência de notícias francesa, uma das maiores do mundo. Fundada em 1835, como Agência Havas.
EN... Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/cultura/oppenheimer-finalmente-estreia-nos-cinemas-do-japao/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

 

Vice-prefeita de Mogi faz vídeo para mostrar que teve acesso negado ao próprio gabinete

Priscila foi surpreendida ao chegar no local e não conseguir acesso por meio da sua digital

17 de abril de 2024

Reportagem de: Vitor Gianluca

A vice-prefeita de Mogi das Cruzes, Priscila Yamagami (PP) acusa que teve acesso negado para entrar no próprio gabinete. Ela esteve no prédio da Prefeitura nesta terça-feira, 16 de abril, para buscar itens de trabalho. Porém, foi surpreendida ao chegar no local e não conseguir acesso por meio da sua digital. Em contato com a Prefeitura de Mogi das Cruzes, a administração informou que a vice-prefeita Priscila Yamagami teve acesso ao gabinete.

Vice-prefeita de Mogi faz vídeo com acesso negado a gabinete - O Diário de Mogi (odiariodemogi.net.br)

Após romper com Caio Cunha, vice-prefeita de Mogi relata dificuldade para acessar seu gabinete

   Autor do postPor Leandro Cesaroni

  Data de publicação17 de abril de 2024, às 17:45

A vice-prefeita de Mogi das Cruzes, Priscila Yamagami (PP), que recentemente anunciou o rompimento com o grupo político do prefeito Caio Cunha (PODE), afirmou, nesta quarta-feira (17), ter enfrentado dificuldades para conseguir acessar seu gabinete na Prefeitura.

De acordo com relato divulgado nas redes sociais, na terça (16), a vice-prefeita esteve na Prefeitura para buscar itens de trabalho em seu gabinete, porém, ao tentar entrar, percebeu que a sua digital – único meio de abrir a porta que dá acesso ao gabinete – havia sido invalidada, ou seja, não estava mais sendo reconhecida pelo sistema interno da Prefeitura.

Ainda segundo a vice-prefeita, cuja equipe foi exonerada, foi necessário contar com a ajuda de uma servidora para que ela pudesse acessar sua sala dentro do gabinete.

“Priscila lamenta profundamente o ato antidemocrático e autoritário do prefeito e já está em contato com seus advogados para tomar as providências necessárias”, diz a nota publicada nas redes sociais.

Procurada pela reportagem para comentar o caso, a Prefeitura de Mogi das Cruzes se limitou a responder que “a vice-prefeita Priscila Yamagami teve acesso ao seu gabinete”.

Entenda o caso

No início do mês, a vice-prefeita anunciou que não faz mais parte do grupo político de Caio Cunha, sob a justificativa de que, aos poucos, ela foi “perdendo espaço” na gestão municipal.

Priscila Yamagami anunciou também que permanecerá no PP, partido que, nas Eleições 2024, deve apoiar o candidato a prefeito do grupo encabeçado pelo PL e PSD – embora ainda não tenha tido a pré-candidatura oficializada, a escolhida do grupo deve ser Mara Bertaiolli, esposa do ex-prefeito, ex-deputado federal e atual conselheiro do Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP), Marco Bertaiolli.

Por Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP

MUNDO DE PARALELOS CONDENSA SÉCULO EM UM PACOTE SÓ...

Júlio Miyazawa, 22 e 23042024

É o que eu vi. Estão ali, Caetano, Chico, Betânia, e agora pouco mesmo, vi uma notinha sobre o Djavan. Um jornalista comentou hoje que o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso não ia estar em uma atividade em que poderia ser esperado. Me lembro do candidato a senador Fernando Henrique Cardoso, que o apoiamos. Na época ele era um intelectual cheio de charme, badalado e tinha na campanha duas famosas artistas, Bruna Lombardi e Regina Duarte, duas belas figuras que completavam o charme da candidatura. Além do mais, era do PSDB partido que crescia no centro, com um pé na esquerda, os chamados tucanos de bico vermelho. Lembro que o Angelo, meu irmão, aproveitava suas andanças pelo interior de São Paulo para disseminar a idéia de grupo dos onze, me parece, que era formar um círculo de apoiadores com onze membros em cada lugar. A idéia era que nascessem muitos círculos nas regiões. Votamos nele e ele foi eleito suplente de senador. 
É para dizer que eu estava lá com eles e elas e estamos todos e todas aqui também. Mundos paralelos são isso. Tudo condensado em um breve momento permanente que circula na nossa cabeça, porque não dizer também, memória. 
Enquanto acompanhamos as maravilhas dos ChatGPTs e das IAs ficamos aqui lembrando dos primeiros computadores, internet, laptops e celulares. E não por acaso, me lembro da primeira televisão colorida que vi de longe, de uns 40 a 50 metros de quintal da professora, na minha cidade natal de Monte Alto, isto antes dos anos 1963, já nesse ano estava vindo morar com a família em São Paulo. Parece que Angelo, Dina e Ida vieram na frente e ficaram morando na casa dos tios, na rua Conselheiro Furtado em São Paulo. Foi naquela casa que meu pai foi conhecer a minha mãe para um casório chamado miai. Foi algo engraçado aqui porque jovem Kurô, meu futuro pai, gostou logo na primeira vista da pretendida, só que ele olhou de longe, havendo da sala onde estavam o Sr. Kurô e meu tio, um longo corredor e que naquele momento, apareceu na visão da cozinha a irmã da minha mãe que meu futuro pai simpatizou. Assim, quando mais tarde estiveram juntos, aí sim, a jovem Cisuco, em um chá de apresentação, meu pai notou a troca, pois estava ali a Cisuco e não a irmã mais velha que ele havia visto mais cedo.  Não sei se o jovem meu pai demonstrou que houve uma troca mas os dois acabaram se casando e dando certo por mais de 30 anos, com nove filhos, até a morte meu pai, por volta de 1966. 
Após este breve momento familiar, retomo a especulação sobre o século condensado, em alguns anos, talvez alguns meses, quem sabe em dias. Já se falou que há século que cabe em um ano e vice versa, anos que valem por séculos. 
Parece perdido na história as lutas pelas liberdades e por justiça social, englobando aí, a luta de revolucionários e revolucionárias pela igualdade, traduzida quase sempre pela luta por uma sociedade comunista. Mas, não está tão perdido na história, até podemos dizer na histórica contemporânea de hoje, tendo em vista que estão aí, entre os revolucionários e as revolucionárias, Dilma Rousseff, José Genoino, José Dirceu...estão aí, na luta. 
Nesses dias mesmos, me parece, há uns quinze a vinte dias, vi um artigo sobre um dos livros da Simone de Bouvoir. Me lembro dos dois, Simone e Jean Paul Sartre em viagem ao Brasil. Sartre se notabilizou por sair do partido socialista do qual fazia parte na França para ingressar no agrupamento Maoista, pregando em portas de fábrica pelo comunismo. Então é isso. Sartre que fez a cabeça de milhares, talvez milhões, principalmente naquilo que articulava em torno do Existencialismo, ligando idéias e comportamentos de uma juventude libertária, jovens rebeldes como os hippies já chamados de cabelos longos, idéias curtas... Nesse período de agitação é que nascem os Beatles e os Rollings Stones, entre outros. 
É preciso muito estudo para poder se interpretar com certa veracidade as questões das guerras do Vietnã, os Vietcongs da música - Era Um Garoto que Como Eu Amava Os Beatles e os Rollings Stones -  de Giani Morandi, da Coréia, em que os Estados Unidos procuraram não só vencer as guerras, mas dizimar as populações que cresciam sob o signo da liberdade e da autonomia. Não conseguiram dominar a região mas dizimaram. Não conseguiram dominar como sempre fazem, mas dizimaram, um dos seus objetivos. Então, se questiona (a verdade), porque dizimar esses países que lutavam pela sobrevivência da própria população, porque era preciso dizimar nações?
O que mais se fala hoje em dia é a questão da polarização, mas, há décadas, a maior polarização persiste entre Estados Unidos e Rússia. Período contado por décadas, não com tanta razão circunstancial como se fala dos anos Setenta, mas continua a polarização que leva a Rússia a procurar manter um certo domínio sobre os povos e nações limítrofes e sua aliança com a China e, também, de uma certa forma, com a Índia. Mas, o que estamos querendo ressaltar agora é a polarização tecnológica que durou anos principalmente após a revolução Russa e as primeiras décadas do comunismo russo, até o período da Perestroika de Mikail Gorbachev nos anos 1930 em que as mudanças ocorridas na Rússia no período junto com a Glasnot. Após essa abertura política e econômica, em 1991, teve a renúncia de Gorbachev e assume Boris Iéltsin com a responsabilidade de conduzir um novo tipo de polarização. Porém, a ameaça comunista esteve sempre presente nas lutas operárias dos Estados Unidos, Reino Unido e Europa em todas essas décadas contribuindo para consubstanciar o fator ideológico de confronto de classe e o fortalecimento operário, na luta de classes. Então, quando se fala que o capitalismo venceu, é preciso reconhecer que o sistema capitalista teve que fazer concessões na luta de classe como se fosse uma pacificação, mas não o é, é sim um armistício as concessões políticas e econômicas obtidas pela população, ou como se costuma falar, a continuidade da guerra com outras armas...
Então, pensando o fator econômico e social do capitalismo predominante na maioria dos países e nações do mundo, além dos periféricos, ainda hoje, a política de guerra fria e polarização ideológica tem contribuído para respaldar certos tipos de desenvolvimento que não se realizariam sem se levar em conta essas ameaças, ou se utilizar essas ameaças para a expropriação da renda de toda a nação, gasto utilizado para tocar em frente esses certos tipos de desenvolvimento. Mesmo com um sistema econômico de liberalismo radical, é preciso lembrar que o Estado continua sendo o mecanismo que consolida a dominação política econômica existente. Assim sendo, voltemos ao ponto de partida que procuramos tratar as transformações políticas e econômicas deste passado recente que acaba sendo ou pelo menos parecendo ser contemporâneo de hoje, modo de se dizer, ao situarmos a questão informando que o futuro é hoje, já faz algum tempo.
Também é preciso levar em conta que a longevidade tem permitido o ser e estar que torna possível dimensionar períodos variados de transformações que até podemos considerar, de um certo modo, encadeadas o que nos leva a definir como curtos em razão do acumulado que se acumula quase que cada cadeia empurrando outra ou abrindo espaço para uma nova existência e por isso é possível considerar sim, mundos paralelos intervenientes e sobrepostos, isto é, existem sim e a observação de que nenhum deles exclui a existência de qualquer um outro, tornando possível nos ater ao todo, mesmo que às vezes, por uma aparência factual, estejamos navegando em uma única sequência, o que nos integra ao todo, embora não nos damos conta dessa situação imediatamente. Pronto, já disse tudo. 

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